segunda-feira, 15 de abril de 2024
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  • Professora da SEE-DF terá arte exposta em Paris

    Artista plástica de formação, Marilda Albino participará do Salão Internacional de Arte Contemporânea, no Carrousel du Louvre, em outubro

    Marilda Albino, professora da rede pública de ensino do Distrito Federal, tem levado a arte dela, com muito talento e dedicação, aos alunos da rede pública e agora levará também ao Carrousel du Louvre, em Paris. De 20 a 22 de outubro, duas telas da artista plástica estarão expostas no maior museu de arte do mundo.

    Duas obras, produzidas no período da pandemia e trabalhadas em sala de aula fazem parte do acervo da Exposição no Carrousel du Louvre, no Salão Internacional de Arte Contemporânea. “Nunca imaginei que meu trabalho fosse tomar essa proporção, sou apaixonada pelas artes e por ser professora. Sempre trabalhei em prol dela, não é de agora. Na pandemia, aproveitei o tempo para produzir, fiz cursos e melhorei os meus projetos para desenhar a minha arte. Estou muito feliz e realizada”, relata a artista.

    Natural de Santa Rosa do Sul, Santa Catarina, Marilda é professora, artista e poetisa com formação em educação artística com habilitação em artes plásticas pela Faculdade de Artes Dulcina de Moraes. Ela atua há 25 anos na rede pública de ensino, sendo os últimos 18 anos no Centro de Ensino Especial 1 de Santa Maria.

    Os trabalhos da artista plástica se relacionam com fatos do cotidiano e uma forte referência religiosa, com cores vibrantes. “Todos os meus trabalhos tem um raio colorido, com cores e valores. Como artista, queria expor uma arte que construísse valores e inspiração, e os raios coloridos representam isso: sentimentos como misericórdia, luz, amor, esperança, vida e paz, que fazem bem ao ser humano”, ressalta Marilda.

    Essa não é a primeira mostra de que a professora participa. Ao longo da carreira, já foi premiada em outros projetos, incluindo um da Unesco. Em fevereiro, esteve presente na exposição Fé Brasileira, na Pinacoteca Fórum das Artes, em Botucatu (SP), e outras obras já fizeram parte de acervos em diversos espaços do DF.

    Nas escolas

    Os quadros confeccionados pela artista serviram de material pedagógico para o trabalho em sala de aula com os alunos especiais. As obras em miniaturas foram transformadas em quebra-cabeças, jogos da memória e atividades em preto e branco para colorir.

    “Sempre valorizo os meus alunos, os trabalhos, o potencial artístico e as histórias deles. Com a minha arte e nas aulas, procuro mostrar para os estudantes que é possível fazer arte com qualquer material. Eu utilizei papel e lápis de cor. A arte é inclusiva e melhora a vida de todo mundo”, finaliza Marilda Albino.

    Por Agência Brasília

    Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília / Reprodução Agência Brasília

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