quinta-feira, 18 de abril de 2024
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Brasília: inspiração dentro dos negócios

Oscar Sena mantém uma barbearia decorada com os principais monumentos da capital federal, onde nasceu e cresceu

“É maravilhoso ser candango”, descreveu Oscar Sena, 59 anos, brasiliense apaixonado por Brasília. Nascido em 1963 já na cidade recém-inaugurada, ele cresceu junto com a capital, acompanhando os primeiros anos e toda a evolução e principais mudanças pelas quais passou. Em homenagem às arquiteturas e características brasilienses, ele criou a Barbearia Dom Oscar, pensada e decorada com os principais cartões postais de Brasília.

Catedral, Congresso Nacional, Torre de TV e outros monumentos estão presentes em quadros e painéis nas paredes da barbearia, remetendo à admiração do proprietário pelos monumentos da cidade planejada. “A barbearia se chama Dom Oscar porque é meu nome, mas também em homenagem ao Niemeyer. Algumas obras dele estão expostas aqui. Palácio da Alvorada, Congresso ainda em construção, a Igrejinha, o Foyer do Teatro Nacional”, explicou.

A relação íntima com a cidade começou por influência do pai, o jornalista Clóvis Sena, que deixou o legado romântico pela capital a todos os seis filhos. O comunicador veio a Brasília para cobrir a inauguração da cidade, em 1960, e nunca mais saiu. Na nova capital ele se casou, teve seis filhos e construiu a carreira. Passou pelo Jornal de Brasília, Diário de Brasília, foi correspondente local e também compôs outras redações da cidade.

“Meu pai exerceu uma influência muito grande em mim em tudo na minha vida. E meu pai era um apaixonado por Brasília. Ele passou essa paixão para a gente [os seis filhos]. E desde sempre a gente acompanhava ele para onde ia. Íamos em festivais de cinema, orquestra sinfônica, exposições de arte – estávamos junto com ele em todas as coisas. Era uma vivência muito bacana”, compartilhou.

Por Redação do Jornal de Brasília

Foto: Reprodução Jornal de Brasília

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