quinta-feira, 18 de abril de 2024
publicidade publicidade

Após 68 dias sem chuva, DF registra chuviscos

Nos últimos três dias, a capital teve dias de recorde do calor, com termômetros chegando a marcar 33,9ºC

Após 68 dias sem chuvas, algumas áreas isoladas do Distrito Federal registraram chuviscos, no início da tarde desta quinta-feira (24). Os pingos foram sentidos no Sudoeste, Asa Norte e Noroeste.

No fim da manhã desta quinta-feira (24), houve registro de pingos de chuva em pontos isolados do DF.
Sudoeste, Asa Norte e Noroeste foram algumas das regiões contempladas.
Nos últimos três dias, a capital teve dias de recorde do calor, com termômetros chegando a marcar 33,9ºC.

Ainda assim, o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) prevê que o calor não irá acabar. Nesta quinta, temperatura ainda pode chegar a 35ºC, com umidade relativa do ar mínima de 15%.

Atualmente, o DF está em estado amarelo devido à baixa umidade do ar e à onda de calor.

Mundo

Meses de clima quente e seco criaram as condições para a onda de incêndios florestais recorde deste ano no Canadá, o que levou cientistas a apontarem o dedo para as mudanças climáticas.

Um estudo extenso, publicado nesta terça-feira (22), agora apoia esta afirmação, ao demonstrar que temporadas de incêndios desta intensidade são pelo menos sete vezes mais propensas de ocorrer como resultado da queima de combustíveis fósseis.

O estudo, realizado pelo grupo de colaboração acadêmica World Weather Attribution, também descobriu que ao longo do ano, condições propícias para a ocorrência de incêndios foram 50 vezes mais intensas devido ao aquecimento global.

“Enquanto continuarmos a aquecer o planeta, este tipo de eventos vão se tornar cada vez mais frequentes e mais intensos”, disse à AFP Clair Barnes, estatística ambiental do Imperial College de Londres, e principal autora do estudo.

O Canadá sofre com a onda de incêndios mais devastadora já registrada, resultante de uma alta recorde de temperaturas, baixa umidade e derretimento precoce da neve. Cerca de 15,3 milhões de hectares foram queimados, uma área maior que a Grécia, e mais que o dobro do recorde anterior, registrado em 1989.

Cerca de 200 mil pessoas foram evacuadas, ao menos quatro morreram e a fumaça das florestas queimadas resultou na disseminação da perigosa poluição do ar para grande parte do Canadá até o sul dos Estados Unidos, levando a picos de buscas por serviços de emergência e inclusive ao fechamento de escolas.

Por Redação do Jornal de Brasília

Foto: Reprodução Jornal de Brasília

Posts relacionados