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Serviços no DF: setor tem a quarta queda consecutiva mensal

O volume de serviços no Distrito Federal teve um recuo de 0,3% em...

O volume de serviços no Distrito Federal teve um recuo de 0,3% em julho de 2026, na comparação com o mês anterior. Este resultado marca a quarta queda consecutiva do setor, segundo dados da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada pelo IBGE. Em nível nacional, o setor ficou estável.

Apesar da retração mensal, o DF acumula a maior alta do país em 2026, com um avanço de 9,2% em relação ao mesmo período do ano anterior. O resultado positivo se mantém na análise dos últimos 12 meses, com crescimento de 8,9%, também o maior entre todas as unidades da federação.

Na comparação com julho de 2025, o volume de serviços na capital federal avançou 5,9%, mantendo uma sequência de altas iniciada em agosto de 2025. A receita nominal do setor também cresceu, com alta de 1,3% frente ao mês anterior e de 12,3% sobre julho de 2025.

Setores que puxaram o resultado

Três dos cinco grupos de atividades pesquisados registraram aumento no volume de serviços na comparação anual. O principal impulso veio dos serviços de informação e comunicação, que cresceram 11,4%.

O segmento de transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio avançou 9,1%. Já o grupo de outros serviços registrou alta de 6,8%.

Dois setores, no entanto, apresentaram variação negativa. Os serviços prestados às famílias caíram 1,5%, enquanto os serviços profissionais, administrativos e complementares recuaram 1,2%.

O volume de atividades turísticas no DF aumentou 3,3% em julho, frente ao mês anterior. Contudo, quando comparado ao mesmo período de 2025, o setor apresentou uma retração de 6,5%.

A PMS monitora o comportamento do setor de serviços investigando a receita bruta de empresas com 20 ou mais pessoas ocupadas, excluindo as áreas de saúde e educação. A próxima divulgação, com dados de agosto de 2026, será em 14 de outubro.

Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.

Fonte Correio Braziliense
Foto: Mariana Campos/CB/D.A Press

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