Você já leu um texto e teve a sensação de que ele foi gerado por IA? Muitas vezes, essa desconfiança aparece por pequenos sinais na linguagem, na estrutura ou no tom, que passam despercebidos, mas que indicam que a escrita pode não ter sido feita por uma pessoa.
Quais são os sinais de IA?
Uma característica comum de conteúdos produzidos por inteligência artificial é o uso de estruturas repetitivas, como “não é apenas X, mas também Y” ou “e isso muda tudo”.
Frases que parecem naturais à primeira vista, essas construções acabam funcionando como um indicativo de que o texto foi gerado pelo ChatGPT.
Outro sinal que os textos de inteligência artificial é o uso de conectivos, como “além disso”, usados de forma excessiva e sem necessidade real. Em vez de tornar a leitura mais fluida, esse excesso pode travar o texto e deixá-lo mecânico.
Como evitar que seu texto pareça pareça ser de IA?
Para humanizar suas produções, é importante variar a estrutura dos parágrafos, usar linguagem natural, inserir exemplos ou histórias, e ajustar o tom de acordo com o público.
Pequenos detalhes, como gírias moderadas ou expressões próprias, ajudam a diferenciar o texto humano do texto padronizado da IA.
Amplie o vocabulário e a construções de frases, e evite fórmulas prontas ou frases feitas, incluindo exemplos reais ou situações concretas sempre que possível.
Uma solução possível é substituir por frases mais pessoais ou específicas: “O projeto exige rapidez e eficiência, o que impacta diretamente os resultados.”
Entender esses sinais e aplicar ajustes torna a escrita mais autêntica, engajante e reconhecível, valorizando a voz de quem produz o conteúdo.
Por Revista Plano B
Fonte Exame
Foto: anyaberkut/Getty Images









