O candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro, evitou responder se convidará o ex-presidente Jair Bolsonaro para ser ministro em um eventual governo. Questionado duas vezes sobre o tema em entrevista à TV Record, ele afirmou que o pai será sempre seu principal conselheiro.
Jair Bolsonaro está em prisão domiciliar por tentativa de golpe de Estado. Flávio Bolsonaro disse que nunca conversou com o pai sobre um possível interesse em ocupar um ministério. “Como ministro, eu não sei. Nunca conversei com ele, se ele teria interesse. Como conselheiro, pelo menos”, declarou.
O candidato afirmou que ouve o pai a cada passo que dá em sua vida e na campanha. Segundo ele, um eventual convite para ser ministro dependeria da vontade de Jair Bolsonaro. “Eu tenho o privilégio de ter dentro de casa o melhor quadro que o Brasil possa ter na política. Alguém que foi presidente da República, um cara competente, um patriota honesto. Ele vai ser sempre o meu conselheiro”, disse.
Outras propostas
Na mesma entrevista, Flávio Bolsonaro defendeu um ajuste fiscal com um “tesouraço” em gastos públicos e na burocracia. Ele atribuiu o problema fiscal do país ao governo de Luiz Inácio Lula da Silva e prometeu cortar mais de mil atos normativos no primeiro dia de governo para facilitar o empreendedorismo.
O candidato também mencionou o plano de criar um “data center soberano para o Brasil”, criticando a taxa atual de 25% para a atração desses investimentos, enquanto outros países oferecem isenção. Sobre o impacto ambiental, ele sugeriu que a água usada para resfriamento dos equipamentos pode ser reutilizada.
Para a saúde, Flávio Bolsonaro defendeu um “padrão Einstein” de atendimento no SUS. Ele confirmou que convidou o médico Claudio Lottenberg para assumir o Ministério da Saúde em um possível governo.
Com informações da Agência Estado e TV Record.
Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.
Fonte Correio Braziliense
Foto: Wilson Dias/Agência Brasil









