O mercado de trabalho está passando por uma transformação, impulsionada pela pela integração da inteligência artificial nas rotinas corporativas. No entanto, para garantir a permanência no emprego, a técnica não será o único fator decisivo.
Segundo o relatório sobre o Futuro dos Empregos do Fórum Econômico Mundial, a liderança e a influência social estão entre as dez habilidades mais relevantes até 2030.
O estudo aponta que, mais do que dominar ferramentas, o profissional precisará focar na capacidade humana de interagir e guiar pessoas para se manter relevante.
Influência virou competência
A comunicação profissional e a capacidade de influenciar decisões tornaram-se ativos estratégicos dentro das organizações. De acordo com o estudo, essas competências estão entre as 10 habilidades com maior índice de crescimento projetado até 2030.
Isso porque, enquanto tarefas operacionais e analíticas são automatizadas, a gestão de relações humanas permanece uma exclusividade do indivíduo. Profissionais que conseguem articular visões e mobilizar equipes em torno de um objetivo, diminuem o risco de substituição ou o descarte profissional
Nesse cenário, a liderança deixa de ser um cargo para se tornar um comportamento esperado em todos os níveis da hierarquia.
Soft skills no centro
A ascensão de ferramentas tecnológicas cria uma demanda por mediadores capazes de interpretar dados e transformá-los em estratégia por meio do diálogo. Portanto, a comunicação clara e objetiva atua como uma ponte entre a tecnologia e a execução prática.
O relatório do Fórum Econômico Mundial sugere que o diferencial competitivo do trabalhador será a sua humanidade, manifestada através da empatia e da capacidade de persuasão ética.
Além disso, a crescente adoção de modelos de trabalho híbridos e remotos exige que a liderança seja exercida com maior precisão. Sem o contato físico constante, a habilidade de manter times engajados e alinhados culturalmente torna-se fundamental. Por esse motivo, as empresas têm priorizado a contratação de perfis que demonstram soft skills, como inteligência emocional e comunicação assertiva.
Storytelling como habilidade estratégica
À medida que a liderança passa a depender menos da autoridade formal e mais da capacidade de engajar pessoas, o storytelling se consolida como uma competência relevante para quem deseja ampliar sua influência no trabalho.
Saber organizar ideias em narrativas claras, conectadas a propósito e impacto, ajuda profissionais a apresentarem projetos, defenderem decisões e mobilizarem equipes com mais consistência.
Para quem busca desenvolver essa habilidade, o Na Prática oferece o curso online e gratuito Storytelling de Impacto, voltado ao uso de técnicas de narrativa para criar discursos mais estratégicos e mobilizadores. A formação inclui 3 horas de conteúdo online, certificado e uma metodologia baseada na ferramenta de Narrativa Pública, associada ao professor Marshall Ganz, da Universidade de Harvard.
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