Em negociações salariais, conversas com clientes ou reuniões de feedback, um gesto aparentemente neutro pode comprometer a mensagem.
Segundo Matt Abrahams, professor de Comportamento Organizacional da Stanford Graduate School of Business, o uso automático do “espelhamento” — copiar de forma sutil os gestos da outra pessoa para criar sintonia — na linguagem corporal pode gerar o efeito oposto ao desejado.
O problema começa quando o profissional replica comportamentos que, embora inofensivos para o quem comunica, transmitem distanciamento para quem observa. As informações foram retiradas de CNBC Make It.
O gesto que compromete a percepção
Abrahams aponta que o erro recorrente é espelhar os braços cruzados. Quando duas pessoas mantêm os braços cruzados durante uma conversa, o que se transmite é uma interação mais fechada e menos fluida.
Muitas vezes, nenhum dos envolvidos percebe conscientemente a mudança, mas o clima da conversa se altera.
Em posições de liderança, a capacidade de transmitir abertura e presença impacta diretamente a forma como equipes respondem a orientações e feedbacks.
Já nas áreas comerciais, isso influencia na construção de confiança; por outro lado, m processos seletivos, as atitudes moldam a percepção sobre preparo e segurança.
Torne-se a voz que o mercado escuta com a comunicação assertiva
Em um mercado cada vez mais competitivo, comunicar-se bem deixou de ser diferencial e passou a ser requisito para crescer na carreira.
Profissionais que dominam a comunicação assertiva se destacam, inspiram confiança e são lembrados por sua clareza e equilíbrio.
Por Revista Plano B
Fonte Exame
Foto: iStock







