Alcançar um cargo de alta gestão dentro de uma empresa simboliza uma ascensão de carreira. Histórias de profissionais que iniciam como estagiários e chegam ao C-level são inspiradoras e criam um imaginário popular de que foi “sorte”.
No entanto, não há uma receita mágica para isso. Pessoas que começaram uma posição junior e chegaram ao topo das empresas afirmam que decisões estratégicas e alta performance foram base para esse sucesso.
Para essa construção de trajetória, comportamentos e escolhas fazem diferença. Chegar a posições de liderança exige visão de longo prazo, iniciativa e capacidade de se destacar de forma consistente no ambiente corporativo.
A seguir, reunimos quatro atitudes que costumam estar presentes na jornada de profissionais que crescem dentro das empresas e alcançam cargos executivos.
- Decisões estratégicas
As decisões tomadas hoje irão refletir no futuro, por isso é necessário considerar os prós e contras antes. Também é importante se atentar aos riscos e qual o resultado a longo prazo.
- Enfrentar desafios
Dentro de uma empresa é normal que os profissionais se acomodem com salários estáveis e rotinas previsíveis, mas para alcançar o C-level é preciso encarar novos desafios. Com isso, é fundamental assumir responsabilidades que fure a zona de conforto. - Aumentar a “sorte”
Quando um colega é promovido, muitos dizem que é “sorte”, sendo assim, para chegar a cargos executivos é necessário que cada um busque a sua sorte. Isso significa buscar oportunidade de crescimento, fazer um bom trabalho e implementar inovações que sejam pertinentes, para que assim o “universo conspire a seu favor”. - Intraempreendedorismo
O intraempreendedorismo significa agir com pensamento de dono para inovar, criar e decidir, sem deixar de considerar a cultura e os valores da empresa a cada passo. Em outras palavras: vestir a camisa da empresa.
O que realmente leva um profissional ao topo
Chegar ao topo não é obra do acaso, é resultado de decisões consistentes, coragem para assumir riscos e disposição para crescer além da zona de conforto.
Por Revista Plano B
Fonte Exame
Foto: Thinkstock/Nastco









