A governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PP), saiu em defesa de Michelle Bolsonaro (PL) durante a convenção do Partido Liberal, neste domingo (2/8), ao comentar a ausência da ex-primeira-dama, internada desde a noite de sábado (1º/8) por causa de uma crise de enxaqueca. Em discurso, Celina afirmou que Michelle demorou a aceitar a candidatura ao Senado porque priorizou a família e rebateu críticas de que a direita não abre espaço para mulheres.
“As pessoas falam que a direita não gosta de mulher. Vamos mostrar que o Distrito Federal terá três mulheres na chapa majoritária”, disse, em referência a ela própria, Michelle Bolsonaro e à deputada federal Bia Kicis (PL). “Andamos lado a lado, e vou ter a honra de ter Michelle, Damares e Bia como senadoras em 2027. A nossa responsabilidade é com o Brasil”, declarou.
A governadora também pediu compreensão em relação ao estado de saúde de Michelle. Segundo ela, a ex-primeira-dama é vista apenas pela posição que ocupou no governo, mas enfrenta desafios pessoais como qualquer outra pessoa. “Quem vê de fora enxerga apenas a ex-primeira-dama. Mas ela é uma esposa. Depois de 16 dias de dor, procurou o hospital”, afirmou.
Celina disse ainda que Michelle só aceitou disputar o Senado após conciliar a decisão com a família. “Muitos questionaram por que ela não decidiu logo. Mas, por amor ao marido, pela aliança com a Bia e pela responsabilidade com o Brasil, ela aceitou esse desafio”, disse. Ao encerrar o discurso, a governadora projetou a vitória da chapa. “Michelle será senadora. Ela e a Bia ganharão esta eleição”, afirmou.
Fonte Correio Braziliense
Foto: Ed Alves/CB/D.A Press








