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O brasileiro que criou a experiência oficial da Pixar no país

Responsável por idealizar e trazer ao público brasileiro a exposição imersiva Mundo Pixar,...

Responsável por idealizar e trazer ao público brasileiro a exposição imersiva Mundo Pixar, Wagner Zaratin, CEO da agência SolutiOn/Off, aposta mais uma vez no Rio de Janeiro como palco de um dos maiores sucessos recentes do entretenimento experiencial, que coloca o fã dentro do universo das animações da produtora, como Toy Story, Divertidamente, Monstros S.A. e Os Incríveis. Após reunir cerca de quatro milhões de visitantes em 14 edições no Brasil e no exterior, o projeto retorna à capital carioca com uma versão atualizada, incluindo novos filmes e ambientes.

Criado no Brasil com apoio da Disney, o Mundo Pixar nasceu de um desafio no pós-pandemia: reconectar famílias por meio de experiências presenciais. “Havia a necessidade de reunir novamente as pessoas fora das telas, e o Brasil foi escolhido para desenvolver essa ideia”, afirma o empresário à coluna GENTE. A proposta rapidamente ganhou escala internacional e manteve bom desempenho mesmo em cenários adversos, como a tensão internacional entre Estados Unidos e Irã: “Como o projeto é global, não temos dificuldades na internacionalização”.

À frente da operação, Zaratin — que passou por eventos de grandes marcas ao longo de sua trajetória, como Skol e Nike — é otimista com a nova temporada, mas reconhece os desafios de produzir eventos ousados em um ambiente econômico instável. “A realidade para os promotores é dura. A ausência de patrocínio muitas vezes inviabiliza projetos ambiciosos. Ainda assim, iniciativas bem estruturadas e de qualidade encontram espaço. O público está mais criterioso e não aceita qualquer entrega, sobretudo quando se trata de programas familiares”, avalia.

Com cenários icônicos e a sensação de estar dentro das animações — especialmente no quarto de Andy, de Toy Story —, a exposição é um prato cheio para a cultura do “instagramável”, embora esse não tenha sido seu ponto de partida. “O projeto foi criado para tirar as pessoas das tecnologias. Não trabalhamos com a ideia de interatividade porque não é esse o propósito”, conclui o empresário. Com ingressos a partir de 45 reais, o Mundo Pixar estreou no início de abril, na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio.

Foto: ./Divulgação

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