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Estudante-atleta de São Sebastião alcança recorde escolar nas Paralimpíadas

As Paralimpíadas Escolares 2025, realizadas no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo,...

As Paralimpíadas Escolares 2025, realizadas no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo, mostraram mais uma vez que o esporte vai além dos resultados. Na sexta-feira (21), encerrando o primeiro bloco de modalidades do evento, a atleta Sophia Garcês, de 15 anos, estudante do Centro Educacional (CED) São Bartolomeu de São Sebastião, emocionou o público ao conquistar a medalha de ouro e quebrar o recorde escolar na prova dos 200 metros. O feito, testemunhado por colegas, professores e uma torcida vibrante representou não apenas uma vitória individual emocionante para a aluna, mas também um marco para a educação inclusiva e para o esforço contínuo da rede pública do Distrito Federal em promover o esporte como ferramenta de transformação. Laços que fortalecem Há quem diga que, para ir rápido, basta ir sozinho, mas para ir longe é preciso ir acompanhado. No esporte paralímpico escolar, essa máxima ganha ainda mais sentido. Entre treinos, viagens e competições, companheirismo e apoio emocional tornam-se forças tão importantes quanto a técnica. As Paralimpíadas Escolares 2025, realizadas no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo, mostraram mais uma vez que o esporte vai além dos resultados. Na sexta-feira (21), encerrando o primeiro bloco de modalidades do evento, a atleta Sophia Garcês, de 15 anos, estudante do Centro Educacional (CED) São Bartolomeu de São Sebastião, emocionou o público ao conquistar a medalha de ouro e quebrar o recorde escolar na prova dos 200 metros. O feito, testemunhado por colegas, professores e uma torcida vibrante representou não apenas uma vitória individual emocionante para a aluna, mas também um marco para a educação inclusiva e para o esforço contínuo da rede pública do Distrito Federal em promover o esporte como ferramenta de transformação. Laços que fortalecem Há quem diga que, para ir rápido, basta ir sozinho, mas para ir longe é preciso ir acompanhado. No esporte paralímpico escolar, essa máxima ganha ainda mais sentido. Entre treinos, viagens e competições, companheirismo e apoio emocional tornam-se forças tão importantes quanto a técnica. Um trabalho que transforma vidas O desempenho expressivo de Sophia não nasceu apenas do talento pessoal, mas é fruto de um trabalho consolidado e comprometido dos professores Lucimar Neves e Alexandre Fachetti, conhecidos carinhosamente por seus estudantes como Tia Lu e Tio Xandi. No CIDP de São Sebastião, os educadores criaram um ambiente seguro e acolhedor onde o esporte é ferramenta de autonomia, autoestima e inclusão. Lucimar reforça a responsabilidade e o impacto desse trabalho. “Ver a Sophia alcançar não só o ouro, mas o recorde, é a comprovação de que o investimento no esporte adaptado transforma vidas. É sobre construir confiança, autonomia e mostrar para a sociedade que o potencial está em todos”, afirma a professora. Alexandre Fachetti, que acompanhou de perto a evolução da atleta, ressalta o aspecto humano dessa jornada. “A gente fica tocado. A Sophia chegou com dificuldades de correr, de equilíbrio. Ano passado foi uma experiência trabalhosa, especialmente no aspecto comportamental. O que é gratificante é pegar um estudante que nunca vivenciou o esporte, e agora estamos aqui, com um recorde escolar na categoria dela”, destaca o treinador. *Com informações da Secretaria de Educação do DIstrito Federal (SEEDF) Por Revista Plano B Fonte Agência Brasília Foto: Victor Bandeira/SEEDF
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